Há meeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeses não veio aqui...Hj dei uma pausa. Só deixar umas letras. Tanta coisa aconteceu: férias, risos, festas, resenhas
O tempo resolveu conduzir a dança na veolcidade máxima, e preciso acompanhar se não eu danço, "ipsisliteralmente" (neologismo).
Mas confesso que minha vontade é de dar passos tímidos, longas pausas, saborear a última gota de vinho, o beijo da separação, desarrumar a cama, reduzir minhas vestes à trapos e retalhos, só de birra, só pra protestar, destilar minha rebeldia (mais que) passiva.
Aqui exponho meus pensamentos, anseios, insights. Fico mais perto das Letras, dos amigos, da Poesia, essa força intensa e imensa que move meu coração e motiva meus gestos. Salve a Poesia, santa Poesia.
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quarta-feira, 3 de agosto de 2011
terça-feira, 19 de abril de 2011
Descanso sabático
Estou reclusa esses dias. Em casa, mais precisamente no universo do meu quarto, tenho passado meu tempo, aproveitado para fazer uma faxina geral: contatos, e-mails, escritos, armários, gavetas reais e virtuais. Estou desencavando sonhos antigos, relendo cartas amorosas, furiosas, textos de despedida e manifestos de indignação.
Esta "arrumação" se fez urgente devido à bagunça que a minha vida se encontrava: excesso de informações, desencontro de ideias, o caos passou de "turista" para "imigrante", com direito à nacionalidade, vejam vocês... Dei um basta.
Hoje passei o dia em protesto. Não levantei da cama para nada mais urgente, a não ser para dar assistência às necessidades do meu corpo. Foi um protesto gostoso, que permitiu grandes reflexões e um exercício de "amor à primeira pessoa". Porque se não cuidar do meu "patrimônio", em pouco tempo ficarei apenas na lembrança, na frigidez de um sepulcro, e como quero viver muito, incomodar e amar muita gente...
Pois é, pessoas, vim rapidamente escrever umas linhas. Volto logo. Beijos a todos...
Esta "arrumação" se fez urgente devido à bagunça que a minha vida se encontrava: excesso de informações, desencontro de ideias, o caos passou de "turista" para "imigrante", com direito à nacionalidade, vejam vocês... Dei um basta.
Hoje passei o dia em protesto. Não levantei da cama para nada mais urgente, a não ser para dar assistência às necessidades do meu corpo. Foi um protesto gostoso, que permitiu grandes reflexões e um exercício de "amor à primeira pessoa". Porque se não cuidar do meu "patrimônio", em pouco tempo ficarei apenas na lembrança, na frigidez de um sepulcro, e como quero viver muito, incomodar e amar muita gente...
Pois é, pessoas, vim rapidamente escrever umas linhas. Volto logo. Beijos a todos...
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